Fábia Oliveira

A ação movido pelo marido de Maíra Cardi é de agosto deste ano e tramita no Tribunal de Justiça de São Paulo

Fábia Oliveira

12/10/2026 08:00

Instagram/Reprodução

A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, que Thiago Nigro acionou a Justiça após ter seu nome associado indevidamente a um empreendimento. A ação é de agosto deste ano e tramita no Tribunal de Justiça de São Paulo. Figuram como rés a empresa Guardião Financeiro e Tatiane Campos Moreira Prestes Simão.

O que aconteceu

Thiago Nigro revelou ter sido surpreendido ao descobrir que a empresa tem utilizado sua imagem e nome manipulados digitalmente em peças publicitárias, para fins de promoção de seus serviços. Ele contou à Justiça que o material foi difundido em redes sociais e canais de mensagens administrados por Tatiane. Os canais, somados, congregavam cerca de oito mil seguidores. Um terceiro, Anderson Ricardo Lima dos Santos, também teria atuado na divulgação do conteúdo ilícito.

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Thiago nega ter autorizado o uso de sua imagem e nome pelos réus ou mantido tratativas negociais com as partes. Ele registrou ter notificado as rés extrajudicialmente. A empresa teria reconhecido que a divulgação ocorreu indevidamente e atribuiu a responsabilidade a um revendedor.
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Thiago Nigro
Instagram/reprodução
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Maíra Cardi e Thiago Nigro.
Reprodução/redes sociais.
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Thiago Nigro
YouTube/reprodução
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Thiago Nigro e Maíra Cardi dão beijão
Instagram/Reprodução
Contudo, Tatiane teria utilizado os grupos para reafirmar que o uso da imagem do famoso foi autorizado e que ele estaria em tratativas comerciais com a empresa, sustentando a licitude da campanha.
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Nigro contou ainda, que o terceiro envolvido na divulgação estaria foragido e investigado em uma operação deflagrada em fevereiro, sob suspeita de integrar organização criminosa voltada à prática de golpes financeiros que teriam movimentado cifras milionárias. Tal fato, segundo o empresário, ilustra o ambiente em que a falsa publicidade circulou e os riscos à sua reputação.
À Justiça, Thiago Nigro pede que os réus sejam condenados a pagar, solidariamente, uma indenização por danos morais de, no mínimo R$ 100 mil. Ele pede, também, que as rés sejam obrigadas a remover qualquer publicidade que utilize seu nome e imagem sem autorização.


