Tóquio, Japão – Mais de 88 mil brasileiros que residem no Japão já podem votar para o 2º turno da eleição presidencial do Brasil, neste domingo (25/10) — no horário local. As urnas no país abriram às 20h de sábado (24/10), no horário de Brasília.São 30 mil eleitores sob a jurisdição da capital japonesa, Tóquio. 17 mil votam na Ariake Central Tower e outros 13 mil em Oizumi. Nos pontos, o clima é de tranquilidade.“A votação está transcorrendo até o momento na mais absoluta tranquilidade, sem aglomerações e com bastante fluidez. Não sabemos se a abstenção será menor em relação ao primeiro turno, como ocorreu em 2022. De qualquer maneira, as pessoas em Tóquio e em Oizumi não estão enfrentando qualquer dificuldade para votar”, afirma o cônsul brasileiro em Tóquio, André Chermont de Lima.No primeiro turno, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) foi o mais votado para presidente entre eleitores brasileiros no Japão, com 24.601 votos, quase cinco vezes o total de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teve 5.234.5 imagensFechar modal.1 de 5Votação para o 2º turno da eleição brasileira em Ariake Tower, o maior local de votação de TóquioDivulgação/Consulado Brasileiro2 de 5Votação para o 2º turno da eleição brasileira em Ariake Tower, o maior local de votação de TóquioDivulgação/Consulado Brasileiro3 de 5Votação para o 2º turno da eleição brasileira em Ariake Tower, o maior local de votação de TóquioDivulgação/Consulado Brasileiro4 de 5Votação para o 2º turno da eleição brasileira em Ariake Tower, o maior local de votação de TóquioDivulgação/Consulado Brasileiro5 de 5Votação para o 2º turno da eleição brasileira em Ariake Tower, o maior local de votação de TóquioDivulgação/Consulado BrasileiroComo funciona a votação no exteriorA organização eleitoral dos brasileiros que vivem fora do país é centralizada pela Zona Eleitoral do Exterior, identificada pela sigla ZZ e vinculada ao Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF).É essa estrutura que administra o cadastro eleitoral de quem tem domicílio eleitoral no exterior, processa pedidos de alistamento e transferência, atualiza dados e recebe justificativas de ausência.A preparação das urnas e a organização logística são feitas em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), responsável pela estrutura das representações diplomáticas brasileiras.O eleitor que transferiu o domicílio eleitoral para a Zona Eleitoral do Exterior vota apenas para presidente e vice-presidente da República.Segundo o TSE, são 1.351 seções eleitorais no exterior.














