Fábia Oliveira

Uma das proprietárias do imóvel adquirido pelo jogador Pedro, do Flamengo, conversou com a coluna e fez novas revelações

Danilo Reenlsober

24/10/2026 12:05

Reprodução/X/Flamengo

A disputa envolvendo um imóvel adquirido pelo jogador Pedro, do Flamengo, continua gerando polêmica. Uma das proprietárias do imóvel desmentiu à coluna Fábia Oliveira informações que circulam em alguns sites sobre o caso. Em nota, ela afirmou que o processo tem sido usado para gerar “pressão” na decisão judicial.

Pressão

Antes, um pequeno retrospecto: o atleta comprou, por meio de leilão, uma casa no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Os antigos proprietários, no entanto, contestaram o procedimento que levou à venda do imóvel e criticaram a postura do jogador, que teria sido vizinho deles.

Em nota, uma das proprietárias disse que o processo vem sendo usado para gerar “comoção pública”: “Vimos esclarecer que o ‘vazamento’ do processo de reintegração de posse não deveria se transformar numa jogada ensaiada para gerar comoção pública e pressão na decisão judicial contra nós”, começou.

“Lutamos nesses processos contra a CEF por anos para defender nossos direitos. Nosso objetivo nunca foi prejudicar o Pedro, jamais divulgamos esse assunto. Estamos nos defendendo agora da opinião pública sem buscar visibilidade pessoal”, completou.
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Pedro é o artilheiro do Brasileirão
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Pedro comemora gol do Flamengo sobre o Mirassol
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Pedro, jogador do Flamengo
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Desmentiu
Ainda no texto, ela afirmou que informações que circulam em alguns portais não são verdadeiras. “Algumas matérias afirmam que ele mora na casa. É mentira essa informação. A casa continua vazia. Ele não mora lá. Já provei isso nos autos”, explicou.
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“Pedro tem plena condição e direito em reclamar com quem vendeu uma propriedade de forma ilegal pra ele. Só quero minha casa de volta”, desabafou a proprietária. Na avaliação do casal, a venda foi irregular e a aquisição do imóvel pelo atleta foi imoral.
Os antigos moradores também contestaram a origem da dívida que levou à execução do financiamento imobiliário. Segundo eles, as parcelas do contrato firmado com a Caixa Econômica Federal, que deveriam diminuir por seguirem o sistema de amortização constante (SAC), teriam aumentado ao longo do tempo.

