Ancelotti explica por que convocou jovens e deixou veteranos de fora na seleção

Técnico convocou seleção para amistosos de setembro e outubro com novidades. Crédito: CBF

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O novo ciclo da seleção brasileira, que se inicia com os amistosos diante de Austrália e Índia, segue a toada da renovação defendida por Carlo Ancelotti. Com oito nomes inéditos e um elenco de novas apostas, o técnico reduziu a média de idade da seleção em quatro anos em comparação com os 26 jogadores que estiveram na Copa do Mundo de 2026. O grupo convocado para iniciar a preparação tem média de 24,3 anos, contra 28,7 do elenco levado ao torneio.

A equipe que fará parte da Super Data Fifa entre os dias 25 de setembro e 3 de outubro possui apenas nove jogadores que participaram do Mundial dos Estados Unidos, México e Canadá. Entre eles, estão os atletas mais experientes da lista de Ancelotti: Marquinhos, zagueiro do PSG, de 32 anos, e Douglas Santos, lateral do Zenit, também de 32.

Vitor Reis é um dos nomes da renovação de Ancelotti Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Os dois fazem parte do setor mais “envelhecido” da nova convocação do italiano, com média aproximada de 26 anos. Porém, mesmo com a manutenção de velhos conhecidos, o treinador apostou em uma geração jovem para complementar a defesa, com nomes como Jair, de 21 anos, do Nottingham Forest, e Vitor Reis, de 20 anos, do Manchester City.

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“Começar esse novo ciclo com a seleção é uma grande responsabilidade e uma motivação enorme. Vou aproveitar cada treino, cada oportunidade e trabalhar para estar sempre à altura de vestir essa camisa”, comentou Vitor Reis sobre sua convocação.
Em contraposição ao setor defensivo, os mais jovens entre as posições da seleção são os goleiros. Com Otávio, do Cruzeiro, Pedro Morisco, do Coritiba, e Hugo Souza, do Corinthians, a média de idade da meta brasileira ficou em 23 anos.
Um pouco acima está o meio-campo, que reúne nomes experientes como Bruno Guimarães, de 28 anos, do Arsenal, e Douglas Luiz, também de 28, da Juventus. Ao mesmo tempo, o setor conta com estreantes como Breno Bidon, de 21 anos, do Corinthians, e Gabriel Bontempo, de 21, o que puxa a média da posição para aproximadamente 24 anos.
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Empatado com o meio-campo em idade está o ataque, que ainda manteve jogadores que estiveram na última Copa, como Vini Jr., de 26 anos, do Real Madrid, e Raphinha, de 29, do Barcelona. Ancelotti apostou em uma combinação de atletas com maior rodagem e jovens, como Estêvão, de 19 anos, do Chelsea, e Endrick, de 20, do Real Madrid.
“Muito feliz por ser chamado novamente. Não vejo a hora de voltar a jogar pela Seleção. Com o Brasil, todo jogo é histórico, e a gente precisa entrar em campo com a vontade de vencer maior do que qualquer outra coisa”, afirmou Endrick sobre ser chamado para os amistosos com a seleção.
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