O MDB fechou apoio de ao menos 17 diretórios estaduais à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada na tarde desta quinta-feira (8), em uma reunião do candidato com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), e o presidente da sigla, Baleia Rossi.O anúncio oficial será feito na próxima terça-feira (13), no escritório da campanha de Tarcísio em São Paulo. O governador e o prefeito vinham articulando o apoio em conversas com o dirigente emedebista nos últimos dias.Além de São Paulo, estarão com Flávio os diretórios emedebistas de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, entre outros.O candidato do PL, que terminou o primeiro turno na primeira colocação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já recebeu apoio de PP, União, Republicanos, Podemos e Novo. Os candidatos Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) também já anunciaram que estarão com o senador no segundo turno.Após ser reeleito no primeiro turno em São Paulo, Tarcísio passou a se dedicar à eleição de Flávio Bolsonaro a nível nacional. Até o momento, ele tem atuado como articulador político e busca obter o apoio do Republicanos, seu próprio partido, e do Podemos, seu aliado.O governador mantém uma relação próxima com Baleia e participou diretamente da articulação para filiar o vice-governador Felício Ramuth ao MDB.Já Nunes mergulhou de cabeça na campanha de Flávio no primeiro turno e recebeu até elogios públicos do senador e de outros bolsonaristas pelo empenho. Nunes ajudou a mobilizar aliados na capital e a articular encontros do candidato com empresários e agendas em regiões periféricas da cidade.O apoio do MDB a Flávio Bolsonaro ganhou força internamente após a derrota de importantes emedebistas da ala lulista do partido — especialmente Renan Filho, que perdeu a disputa pelo governo de Alagoas, e Hana Ghassam, derrotada no Pará.No primeiro turno da eleição, o MDB decidiu não apoiar nenhum candidato ao Planalto e liberar os diretórios estaduais para definir seus apoios conforme a realidade local. Havia um desejo do PT de atrair o partido para a coligação do presidente Lula, mas, segundo fontes do MDB, nunca houve uma negociação de fato.O MDB chegou a ocupar três ministérios de peso no governo Lula: Planejamento, com Simone Tebet, que deixou o partido para migrar para o PSB; Transportes, com Renan Filho; e Cidades, com Jader Filho.🗳️Eleições 2026: leia todas as notícias sobre a disputa🤳🏽Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp 📲











