Dois suspeitos de terem matado o cabo da Polícia Militar, Paulo Roberto Lima Pereira (foto em destaque), durante um latrocínio (roubo seguido de morte), em agosto, na Marginal Tietê, próximo à Ponte Aricanduva, foram mortos nesta sexta-feira (2/10) após supostamente trocarem tiros com policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). O tiroteio foi no Campo Limpo, zona sul da capital paulista.O caso aconteceu na Rua Ceresópolis, altura do número 6. Investigadores do Deic foram cumprir mandados de prisão e busca e apreensão contra os alvos, mas, conforme as primeiras informações, foram recebidos com disparos de armas de fogo. Um tiroteio se iniciou e ambos suspeitos foram atingidos. Leia também São PauloPM morto em assalto na Marginal havia parado carro para verificar pneu São PauloPM morto durante assalto na Marginal do Tietê é sepultado na Grande SP São PauloAcidente no Rodoanel deixa 2 feridos; homem está preso nas ferragens Vinicius PassarelliRede aciona STF contra regras de uso de plataformas na educação em SP Relembre morte de PMO PM Pereira parou, na noite do dia 28/8, em um trecho de acostamento da Marginal Tietê, sentido a Rodovia Ayrton Senna, para verificar o pneu do veículo.Três ladrões, então, anunciaram o assalto. Em seguida, o policial teria sido alvo de disparos de arma de fogo.Pereira foi encaminhado ao pronto-socorro do Tatuapé, zona leste da capital paulista, mas não resistiu e morreu.Um agente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) relatou que Paulo foi imobilizado com um golpe conhecido como “mata-leão”, enquanto os outros dois passaram a agredi-lo.O PM fazia parte da Companhia de Ações Especiais de Polícia (Caep), localizado na região do Alto Tietê.A Polícia Civil investiga a atuação da “gangue da pedra” no crime – o grupo faz emboscadas colocando objetos no meio de pistas de alta velocidade para forçar motoristas a pararem os veículos.Pereira foi sepultado em Poá, na Grande São Paulo, e deixou três filhos, com idades entre 13 e 24 anos.O resgate foi acionado para socorrer os baleados, mas os homens não resistiram aos ferimentos e morreram no local.O Metrópoles questionou a Secretaria da Segurança Pública (SSP) e aguarda detalhes sobre a dinâmica do confronto.








