O desaparecimento de uma Bugatti Type 57SC Atlantic, um dos carros mais raros do mundo, desafia os fãs de carros clássicos e a própria montadora italiana. O carro, um esportivo de luxo inigualável feito durante a Segunda Guerra Mundial, está avaliado em US$ 100 milhões (R$ 515 milhões na cotação atual).Agora, ninguém sabe o paradeiro do carro, o que intriga caçadores de relíquias e fãs de carros clássicos. Como só algumas unidades foram fabricadas, e cada uma vale uma fortuna, se encontrada, o valor do carro vai disparar. Essa Bugatti Type 57SC Atlantic sumida, cujo chassi tem o número 57453, é especial porque foi construída no final da década de 1930. Originalmente, era um Type 57S Coupé Aero, antes de ser enviado à Corsica Coachworks – uma firma britânica de carrocerias fundada em 1920, bem pequena – para conversão.A carroceria original foi devolvida à Bugatti e montada no chassi que o tornou tão famoso. A Bugatti concluiu o carro em outubro de 1936, e ele era conduzido principalmente pelo engenheiro Jean Bugatti, filho de Ettore, fundador da marca italiana.Com acabamento preto, o carro ganhou o apelido de “La Voiture Noire” em francês, ou “Carro Preto” em português. Depois de vencer as 24 Horas de Le Mans de 1937, o piloto de corrida Robert Benoist ganhou a relíquia de presente. Desde então, Benoist, William Grover-Williams e a mulher de William, Yvonne, que eram amigos próximos, compartilhavam o uso do carro. Em 1940, após a invasão da França pela Alemanha, eles fugiram para a Inglaterra, e o Bugatti foi devolvido à fábrica.A última menção a ele consta em uma lista de carros enviados de trem para a Rue Alfred Daney, em Bordeaux, em fevereiro de 1941. Portanto, a Bugatti Type 57SC Atlantic está desaparecida desde a década de 1940.Se encontrado, seu valor poderia chegar a até US$ 114 milhões.✅Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp








